11/06/2014

Extensão do Festival CURTAS em Montemor-o-Novo | 19 de Junho

Em colaboração com a Primeiros Sintomas, Projecto Ruínas apresenta a Extensão do Festival CURTAS em Montemor-o-Novo, integrada no Festival Cidade Pre0cupada.

CURTAS é um festival de teatro de espectáculos de curta duração, produzido pela Primeiros Sintomas no espaço Ribeira, em Lisboa, com o objectivo de reunir criativos de teatro de várias áreas na produção de espectáculos de curta duração. Este ano, em colaboração com o Projecto Ruínas, o Festival CURTAS antecipa-se em Montemor-o-Novo, no dia 19 de Junho, numa extensão integrada no Festival Cidade Pre0cupada. Três curtas teatrais de artistas emergentes ocupam o Convento de S. Francisco, para 45 minutos de teatro rápido, contemporâneo e nacional.




19 DE JUNHO | 22H | CONVENTO DE S. FRANCISCO

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HOW TO BE KITSCH IN 6 EASY STEPS (OR THE SEARCH FOR HAPPINESS IN PRETENTIOUS BAD TASTE) 
CRIAÇÃO DANIELA LEITÃO E VANESSA CASANOVA
1870: pintores e traficantes de arte por toda a Alemanha murmuravam já a palavra: “kitsch”. Hoje em dia, uma forma de cultura popular e tudo o que a rodeia. A questão: O que é kitsch? O que o caracteriza? O que faz alguém ou alguma coisa ser considerada kitsch? How to be Kitsch in 6 easy steps (or the search for happiness in pretensious bad taste) é um manifesto sobre os caminhos das expressões contemporâneas desta suposta arte sem gusto, uma viagem através de um labirinto infinito em todos os seus pormenores. Pormenores que fazem do kitsch algo mais que simples do que arte barata.

ESTOU PRONTO | Gato que Ladra 
ENCENAÇÃO RUTE ROCHA | ELENCO SIMON FRANKEL, JOANA SARAIVA | CENÁRIO E FIGURINOS FERNANDO ALVAREZ | APOIO DE CORPO BRUNA FELIX
Dois personagens gastos ou cansados da vida a dois, mas que não se apercebem, resolvem preparar um jantar para receber uns amigos. É nessa azáfama que se vão dando conta que com o passa do tempo, a vida a dois se foi tornando silenciosa, quase muda. Aquilo que costumavam dizer em seis palavras, procuram agora dizê-lo em três. Os dias tornam-se absurdos e o desejo de dialogar, PUM, desvaneceu e não ficou nada.

ALICE IN UNDERWEAR  
CRIAÇÃO E INTERPRETAÇÃO ANA VILELA DA COSTA | EDIÇÃO DE VÍDEO RUI PERALTA | APOIO TÉCNICO ALEXANDRE COSTA
Ao entrar na sala, o público encontra-se com uma figura ambígua, uma menina-mulher que nos narra uma história num jeito naïf para de seguida nos conduzir ao erotismo de uma dança desequilibrada, um momento cabaret ou apenas um momento em que tenta manter-se de pé. Alguém que está, simultaneamente, entre dois tempos/duas idades/duas fases - o passado e o presente/ a infância e a idade adulta/ a memória e o aqui e agora. Em Alice in Underwear o tempo real confunde-se com o tempo psicológico. Alice in Underwear é uma breve performance sobre o tempo, a memória e a obsessão pela infância e pela fantasia.
… Basta seguir o coelho branco.
If you knew Time as well as I do, said the Hatter, you wouldn't talk about wasting IT. It's HIM.

 // CURTAS na Ribeira (org. Primeiras Sintomas) - programação aqui.
// Cidade Pre0cupada (org. Oficinas do Convento) - programação aqui.



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