06/04/2007

"O Império Contra-Ataca", Serpa e Montemor-o-Novo, 2004







































































Familia, familia, familia... A tradicional famila portuguesa.



O pai, doente que precisa abandonar o lar-doce-lar para se curar e que receia tremendamente esse momento; a mãe dedicada à familia que apoia incondicionalmente o seu esposo; a filha revoltosa que ambiciona ardentemente atingir a maioridade para se libertar dos laços familiares e que tenta a todo o custo seduzir o vizinho - vizinho esse apaixonado pela mãe. Temos ainda o avô, acamado e tranformado em vegetal entregue aos cuidados da mãe que tudo faz para o manter vivo.



Sentido de humor anárquico e negro mas bastante colorido e quase inocente.
Oportunidade de voltar a retomar temas abordados nas Ilustres Horas que não se esgotam como a vida sagrada e a vida para canhão; o povo; o poder, o medo, a revolta, o conluio e a traição; as paixões bélicas e alguns parrícidios, estes últimos para dar a tal cor.






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